Comunicação 4.0 é diálogo comestível

Dizer sem palavras? Deixar o estômago poliglota? Imprimir o prazer no cérebro e acessá-lo pelo Wi-Fi Direct do olfato! Voilá! O comer é a palavra empratada. Ela pode ser compartilhada no mesão. Vez por outra, lançada à rede. A mundial, de computadores, está farta. São mais de 2,5 exabytes por dia, no mundo, lançados nesse universo paralelo e cheio de AI's. Falamos em BIG DATA e em Pós-Verdade ao mesmo tempo em que, alguém (pois tem sempre alguém) se vale do Correio Elegante 6.0, vulgo Sarahah, para mandar a franqueza adiante. Convenhamos, é difícil acompanhar tantos movimentos. Sofremos de F.O.M.O. e "não vortemo".
 

No primeiro dia de aula da disciplina Jornalismo Gastronômico (que prefiro chamar de Comunicação e Gastronomia, no entanto), prometi às turmas de Gastronomia da Universidade São Fracisco (USF) que esse "bando de jargões e verbetes" alimentariam as pautas (que eles não sabiam, mas teriam de sugerir). Resolvi compartilhar aqui por crer que as mesmas razões que os levaram a ponderar sobre os novos rumos da comunicação, ao longo das provocações que fiz, como docente, são as mesmas que o trouxeram este post.

 

Comunicação 4.0 e gastronomia

 

 

Se, entre tantos verbetes, alguns ficaram nebulosos, sem problemas, descomplico. Abaixo, o léxico desse admirável texto novo que remete ao presente!

 

Comunicação 4.0 é Diálogos Comestíveis


Léxico desse admirável texto novo (neologismos, por vezes):

 

1 .Estômago poliglota: aquele que experimenta de tudo e adora conjugar cada ingrediente
2. Wi-Fi direct do olfato: Wi-Fi Direct é um sistema de conexão entre dispositivos que dispensa o uso de um roteador. O Wi-Fi Direct do olfato é a conexão entre cheiro e memória, entre nariz e cérebro - algo que sentimos toda vez que um aroma conhecido nos leva a recordar alguma experiência anterior. Lembrou de I.o.T. (Internet of Things)? Pois é!
3. Palavra empratada: todo prato/ alimento/ ingrediente conta uma história. E, quase sempre, valendo-se do não-texto e do não-lugar. Qual foi a última que você ouviou/ contou? Falamos mais sobre isso neste post:
Fome de conteúdo, Diálogos Comestíveis.
4. Mesão: grande mesa usada para comer. Comedoria na casa de um amigo, lugar especial num restaurante, mero mesão. Mesão também pode ser, simplesmente, aquele cantinho de um lugar favorito onde a gente se debruça para compartilhar um pedaço do dia com queridos. Já que o assunto é partilha, bônus de conteúdo para já:
criei algumas playlists com conteúdo bastante relevante que você pode acessar clicando aqui. São vídeos que ilustram áreas do conhecimento (jornalismo, jornalismo liteário, marketing, branding, food styling, design gastronômico, insights de futuro etc) e que, por vezes, uso em aulas, palestras, workshops, trainamentos e afins. 
5. AI's: Artifical Intelligence. Inteligência Artificial. Robôs. Que andam aprendendo com humanos a saber mais sobre os humanos. Tipo Watson, da IBM, "o cara". Ou a querida Siri, da Apple. Ou o melhor amigo do EdgeRank, algorítimo do Facebook. Machine Learning (aprendizado de máquina) é um tipo de AI. E AI pode ser ai, ai, ai, mesmo. Suspiro!
6. BIG DATA: conceito criado no início dos anos 2000 por um analista de sistemas. Considera 5 V's: velocidade, volume, variedade, veracidade e valor. Em outras palavras... Produzimos tanta informação diariamente que localizar algo relevante é praticamente impossível e extremamente complexo. Depende de processos e de estratégia. 
7. Pós-Verdade: Há mais notícias falsas circulando no mundo que informações (e informação, meu caro, são dados estruturados de forma coerente, coesa e objetiva, capazes de, associadas, produzir conhecimento). Há sites especializados e especializações em pós-verdade. A que ponto chegamos! Eu já falei mais sobre isso naquele post sobre o
BIG DATA (acesse). E minha colega Sarah Schmdit (mestre em divulgação científica e cultural pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, da Unicamp) explica direitinho o que é pós-verdade neste post: "Notícias falsas: a pós-verdade e as redes sociais". Leia aqui.
8. F.O.M.O.: É sigla de “fear of missing out”, ou medo de ficar por fora. É um fenômeno. E uma sensação. Esta que você deve estar sentindo agora, eqnquanto reveza a atenção entre este post, o cafezinho logo ali na frente da mão que coça o mouse e resvala o smarthphone, que acabou de vibrar por causa de uma mensagem de texto. E o que acontecia enquanto você lia esse post? cool

Se quiser saber mais sobre o assunto, soluções eureka! para você: 1) leia o post expandido que fiz sobre o contexto da comunicação, clicando aqui. 2) Peça um orçamento para palestra ou workshop sobre as vantagens do domínio da comunicação 4.0 para a conquista de resultados (ou tema que quiser sugerir). 3) descrubra como funciona a consultoria de comunicação e marketing Diálogos Comestíveis! A gente pode ajudá-lo a produzir conteúdo relevante, a contar histórias reais, de pessoa para pessoa: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 4) descubra por que vale à pena preparar sua equipe para um atendimento mais humano e autêntico, conectado à motivação da sua marca! Que solução mais te encanta?

 

 

 

 

 
 

MAIS CONTEÚDO, POR FAVOR!